16 de abril de 2009

Terceiro Papel

Balburdia dançante que embala ideais
Lembrou-me do ritmo descompassado
Da marcação dos passos
Estrelatos de um complexo vivente.

À posse, candidatou-se o improvável
Corrupto provável, chega como óbvio
Situa-se em atlas sentidos, pensados
Por um plebeu que determina o seu destino.

Sentado sobre incertezas, medo
Às margens do instinto antagônico
Fez-se a troca do penar
Pelo caminho certo; pra não desviar.

Anderson Ferreira, Octavio Peral e Carlos Augusto

Um comentário:

Diego? Glommer? disse...

Poema interessante. Merece uma análise aprofundada para compreensão de toda sua subjetividade.

Abraços
.

http://solucomental.blogspot.com/
http://ladobdiscotrash.blogspot.com/